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Dengue e leishmaniose serão combatidas com as ações já conhecidas Secretário de Saúde, Sérgio Luiz Cordeiro de Andrade, afirmou que ‘não tem como mudar a forma de trabalho’ e que a principal maneira ainda é a conscientização da população

16/12/2013 às 19:52

Dengue e leishmaniose serão combatidas com as ações já conhecidas

Secretário de Saúde, Sérgio Luiz Cordeiro de Andrade, afirmou que ‘não tem como mudar a forma de trabalho’ e que a principal maneira ainda é a conscientização da população

Heloise Hamada
  • Reunião voltou a discutir nesta segunda-feira (16) formas de combate à dengue e à leishmaniose em Presidente Prudente (Foto: Heloise Hamada/iFronteira)
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Com a convicção de que os principais criadouros do mosquito da dengue e da leishmaniose estão nas residências, mais uma vez a Prefeitura de Presidente Prudente convocou uma reunião para debater ideias de combate às doenças nesta segunda-feira (16). Sem novidades quanto à campanha, novamente a conscientização foi o foco principal na 2ª Reunião do Comitê de Mobilização de Ações de Controle da Dengue e Leishmaniose.

Na ocasião, alguns representantes das entidades, associações, presidentes de bairros, Polícia Militar, Tiro de Guerra, sindicatos, igrejas, secretários municipais e demais convidados deram algumas opiniões sobre ações que podem funcionar como informação disseminada pela internet, campanhas na escola, entre outros.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Sérgio Luiz Cordeiro de Andrade, 90% dos criadouros estão nas casas. “O município tem alertado a população, mas são coisas que precisam ser colocadas em prática. Temos tentado ações, como a multa, mas isso só dificultou ainda mais, pois os moradores que não estão com a limpeza em dia não deixam os agentes entrar. Para se conseguir uma autorização para entrar na casa, leva em torno de três meses”, afirmou.

Das campanhas em andamento, ele falou que a Vigilância Epidemiológica Municipal (VEM) já contabiliza 169 caminhões que retiraram lixo das residências. “Não tem como mudar a forma de trabalho. A principal é a conscientização da população. Este ano, os fatores saíram da normalidade, com o aparecimento de um novo vírus. Não tem como prevermos isso ou controlar”, enfatizou Andrade.

Segundo a coordenadora da VEM, Vânia Maria Alves Silva, todo o trabalho é contínuo e “somente o poder público não é capaz de controlar a doença”. “Por isso foi criado novamente o comitê, para disseminar a informações a toda a sociedade”, reforçou.

Na reunião foi exposto que 130 pontos da cidade serão vistoriados. “O intuito é eliminar o criadouro para evitar o mosquito adulto. Os agentes passarão pelos ferros-velhos, reciclagem, empresas com grande fluxo de pessoas, escolas, universidades e depois voltarão para ver se tudo está de acordo”, disse Vânia, enfatizando que também terão ações nas praças públicas.

Sobre a leishmaniose, foi destacado que a forma de evitar a proliferação do mosquito-palha é a limpeza dos quintais. “São doenças que vêm do mesmo lugar. Fora isso, há a chipagem dos cães. Temos um total de 40 mil, e já foi cadastrada a metade”, disse o secretário de Saúde.



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